Ainda que me possa tornar mais famoso que um pequeno almoço de flocos de aveia (pela negativa) por algumas pessoas que se acham os lordes da nutrição, está na hora de olharmos  para algumas investigações e trazê-las à luz do dia. Sim,  cautelosamente podemos olhar para os suplementos antioxidantes e decidir se eles são realmente tudo o que dizem que são.

Um numero considerável de novos estudos está a fazer com que muitos profissionais tenham de rever as suas opiniões sobre o assunto. Tomas vitamina E, C ou um composto de antioxidantes? TEns uma opiniçaõ forte sobre a dose que tomas? Então continua a ler

Perguntas base

Primeiro, e talvez o mais importante, é a agulha encontrada no palheiro, pela grande análise da American Heart Association2 feita em vários estudos. Foi mais do que apenas um único estudo de pesquisa com um pequeno número de indivíduos. Se consideras que esta noticia foi excessivamente publicada pela media ou não (na verdade, eu acho), ver um aumento geral da morte nos indivíduos que tomam 400UI ou mais de vitamina E diariamente ser mais do que suficiente para chamar a tua atenção. Realmente necessitamos de tanto quando o VDR é apenas 30IU (15mg) para adultos?

E o que diz respeito à co-ingestão com outros suplementos anti-trombóticos (redução de coágulos), como ginkgo, óleos de peixe e NSAIDS, como aspirina ou ibuprofeno? E nem vamos entrar na adição de agentes hipertensos como a ephedra. Estas combinações aumentariam o risco de um acidente vascular cerebral sob uma tentativa de agachamento de 190kg? É uma cápsula diária de 400 ou 800UI (181-354 mg de vitamina E sintética) agora considerada prejudicial apesar do limite “oficial” ser de 1000 mg por dia? Quais são as alternativas?

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